Olá amigos primeiramente começarei postando o manifesto Luciferiano. Aqui pretendo mostrar que nao tenho intenção de divulgar o satanismo de Anton.Mostrarei um pouco de Luciferianismo puro.Agora vamos a que interessa.
Lúcifer, o “Anjo” Luz que se fez Deus e que a “grata sorte” expulsou dos altares, é muito mais do que uma lenda cristã sobre anjos vaidosos e invejosos que queriam se tornar deuses. Sua Divindade surgiu em centenas de culturas muito antes do judaísmo ortodoxo, do cristianismo (cristismo) e do islamismo iniciarem suas destrutivas doutrinas castradoras e misóginas. Culturas e religiões de massa que perpetuaram séculos de ignorância e de trevas, fomentando diferenças e alimentando guerras e destruição até nossos dias.
Não nos importa muito se há uma crença em sua existência imaterial e antropomórfica ou se a crença e o culto se destinam aos arquétipos fundamentais que Lúcifer representa, ou ainda, se alguma outra vertente filosófica, assim como a nossa, atribui a Ele outras origens ou “definições”.
Notamos que há uma série de características comuns entre as correntes assumidamente Luciferianas, desde o gnosticismo da Luz praticado por alguns adeptos do LHoodoo, até o extremismo religioso defendido por alguns expoentes visionários.
Obviamente os poucos esclarecimentos que prestaremos no opúsculo abaixo parecerão contraditórios aos olhos dos filhos de um logos morto.
As pessoas que nos condenam sem nos conhecer, os indivíduos que nos criticam imersos em lagos turvos de ignorância e os escravos que sempre servirão, esses em suas obtusidades e fraquezas nos estranharão ainda mais, pois verão que não somos a inverdade que suas crenças pregaram durante milênios.
Pela Serpente, pelo Dragão, por Nossa Typhon, por Nossa Kali, por Nossa Luz e por nossas Trevas...
O que é ser Luciferiano? Quais são nossas principais características?
Em primazia, ser Luciferiano é ser Você mesmo.
É você ser aquilo que é por Essência, desde que você a conheça e que tenha atitude verdadeira e positiva para lapidá-la continuamente. É Lapidar você mesmo.
É buscar pelo conhecimento verdadeiro de sua própria Essência, pois a mesma está comumente adormecida e fragmentada no indivíduo comum e é preciso conhecimento e ação para reunir seus elementos espalhados e concentra-los num único ponto de contração e densidade máximas.